sáb., 10/10/20264.531.829

CIDADE

Cidade

Obras: Prefeitura entrega restaurantes provisórios e avança nas obras da nova Orla da Vila Espírito Santo

Espaços vão garantir a continuidade das atividades comerciais durante a construção da nova orla, que terá 200 metros de extensão e estrutura voltada ao turismo e lazer

Por Redação9 de outubro de 202698.656 visualizações estimadas5 min de leitura min de leitura

Atualizada em 10 de outubro de 2026 às 00:34

Clique para ouvir

Ouça esta matéria em áudio narrado automaticamente.

Obras: Prefeitura entrega restaurantes provisórios e avança nas obras da nova Orla da Vila Espírito Santo

A Prefeitura de Marabá entregou, na manhã de quarta-feira, 7, os restaurantes provisórios destinados aos comerciantes da Vila Espírito Santo. A iniciativa marca mais uma etapa das obras de construção da nova orla da comunidade e tem como objetivo garantir que as famílias que trabalham no local possam continuar suas atividades econômicas durante a execução do projeto.

A nova orla, construída pela Secretaria Municipal de Viação e Obras Públicas (Sevop), terá 200 metros de extensão e uma área de aproximadamente 5 mil metros quadrados. O projeto prevê oito quiosques, estacionamento, espaços de convivência, banheiros, área de apoio para barqueiros e pescadores, além do planejamento de um espaço destinado ao camping.

Durante a entrega, o prefeito Toni Cunha destacou a importância da estrutura provisória para assegurar a renda dos comerciantes e ressaltou o potencial turístico da nova orla.

“Estamos entregando os restaurantes provisórios para que as pessoas não fiquem sem trabalhar enquanto a obra está em andamento. Tenho certeza de que Marabá vai ganhar um ponto turístico extraordinário, que vai fomentar o turismo, gerar renda e atrair visitantes de diversos lugares. Os comerciantes terão boxes modernos, espaçosos e convidativos para desenvolver suas atividades e valorizar a culinária local”, afirmou o prefeito.

De acordo com o secretário municipal de Viação e Obras Públicas, Cleverland Carvalho, a entrega dos espaços provisórios permitirá o avanço de uma nova etapa da construção, com a continuidade dos serviços de aterro na área anteriormente ocupada pelos restaurantes.

“Estamos entregando os abrigos provisórios para realocar as famílias que trabalham na antiga orla e garantir a continuidade das atividades. Já concluímos praticamente toda a parte de pilares e o primeiro aterro. Com a transferência dos comerciantes, vamos iniciar a segunda etapa do aterro. A obra contempla dois blocos, com oito quiosques, e tem um cronograma previsto de oito a 12 meses, mas estamos trabalhando para antecipar essa entrega”, explicou.

O secretário acrescentou que a previsão é avançar, até o final do ano, com os serviços de pavimentação e drenagem, preparando a estrutura para a execução das paredes, cobertura e acabamentos. Além da nova orla, outras melhorias estão previstas para a Vila Espírito Santo, como a entrega de uma praça nos próximos dias e a pavimentação de vias da comunidade, cujo processo está em negociação com a Caixa Econômica Federal.

Continuidade das atividades e valorização da comunidade

A construção dos restaurantes provisórios foi planejada para reduzir os impactos das obras sobre as famílias que dependem do comércio de alimentos na região. Segundo o Superintendente de Desenvolvimento Urbano de Marabá, Fernando Pacheco, a medida permite a desocupação da área necessária à construção da orla sem interromper o funcionamento dos estabelecimentos.

“Com a entrega desses restaurantes provisórios, conseguimos retirar as famílias da área da obra e minimizar os impactos, principalmente econômicos. Elas vão continuar vendendo alimentos e desenvolvendo suas atividades. É um espaço amplo, agradável, que superou as expectativas e que pode até contribuir para aumentar o movimento dos restaurantes enquanto a nova orla não fica pronta”, destacou.

Fernando Pacheco ressaltou ainda que, após a conclusão da obra, a estrutura provisória poderá receber uma nova destinação para atender às necessidades da própria comunidade. A promotora de Justiça Leontina Barros, que acompanha o projeto, destacou que a manutenção das atividades comerciais sempre foi uma preocupação durante o planejamento da intervenção.

Compartilhar: